ECOARTIGOS

DEFENSIVOS AGRÍCOLAS CAUSAM CÂNCER DE MAMA E DE PRÓSTATA?

Aplicação de DDT nos EUA, em 1945 – comentário: O inventor de DDT ganhou o prêmio Nobel da Paz, pois se acreditou que ele iria acabar com a fome e a miséria no mundo. Passados somente 5 anos já se sabia que ele acumulava-se no leite materno e causava danos ambientais.

O NEMAGON, um nematicida nos EUA, já em 1972, por castrar os ratos e camundongos, foi vendido e era usado nas plantações de bananas na América Central, até recentemente. Mais de 30.000 bananicultores foram castrados. Este defensivo agrícola seca os testículos. Agora, depois de um escândalo internacional, as empresas querem indenizar os agricultores, pagando duzentos reais pela mutilação a cada família de agricultor.

Aumentam os casos de nascimentos de bebês sem cérebro.

Propaganda da ANDEF na VEJA, em 1983 – comentário: Entretanto se continuou fazendo propaganda de que ia acabar com a fome e miséria, sendo usado inclusive pela saúde pública. O mundo usa agrotóxicos, porque há propaganda feita por indústrias poderosas interessadas em um mercado de 50 bilhões de dólares por ano. No Brasil, este mercado é superior a cinco bilhões de dólares e os governos dizem que têm que usar, pois é um lucrativo segmento da economia.

Resíduos de DDT em leite materno

Cartaz do Leite Materno, em 1982 – comentário: Não adianta procurar o Brasil entre os nomes dos países, pois isto é subversivo. Depois de 15 anos, sabe-se que os clorados causam câncer de mama e de próstata. Israel tem o maior índice de câncer de mama e de próstata do mundo e isto persistirá pelas próximas gerações. No Paraná, além do DDT, eram usados outros clorados na agricultura, como o TOXAFENO, também chamado de CANFENO CLORADO, com alta contaminação por dioxinas e grande responsável pela má formação de bebês, por sua alta combinação por dioxinas e causador de osteoporose pelo desequilíbrio na absorção de Cálcio e Desregulação Hormonal, também chamada de disrupção endócrina. Ele foi proibido em todos os países sérios, mas continuou sendo usado entre nós até que a empresa responsável o retirasse do mercado.


DEFENSIVOS AGRÍCOLAS:
O QUE MATA NA HORA É MENOS PERIGOSO

Tomate com a Caveira – Um grande problema dos agrotóxicos está nas frutas e verduras ingeridas cruas e com casca. Os fungicidas são os mais perigosos, entre eles, os ditiocarbamatos. Eles são os mais usados, pois são muito baratos, quase que inofensivos de forma aguda, pois um agricultor nunca sente seu envenenamento (Dithane, Manzate, Maneb, Zineb). Hoje está comprovado que eles causam câncer na tireóide de agricultores e consumidores; Mal de Parkinson; Mal de Alzheimer; Leucemia e é um dos principais responsáveis pelas nitrosaminas que formam durante o cozimento. Já tentaram proibi-lo na agricultura brasileira, mas o governo lucra com sua venda, pois há maior necessidade de tratamentos de agricultores doentes, internações, pois as mesmas empresas que fabricam defensivos agrícolas, também vendem os medicamentos para as desintoxicações e tratamentos hospitalares. O dessecante “Roundup” também é um poderoso formador de nitrosaminas.

Estudantes alemães usando máscaras – Nunca se explicou que os defensivos agrícolas eram armas inventadas para a guerra, com isto os agricultores, acreditando no nome defensivos agrícolas, passaram a se expor mais e, assim, se envenenar mais, por isto, repetimos, dava mais lucro. Agora querem que o agricultor compre, pague e use um equipamento de proteção, que é caro e difícil de usar.

Soldados norte-american – comentário: um agricultor aprende a se proteger osassim? Na Guerra do Golfo, o comandante norte-americano Schwarzkopf disse que seu soldado agüentava somente 12 minutos com o equipamento de proteção individual contra o ataque com armas químicas (defensivos agrícolas).

A contaminação pelos Agrotóxicos – devasta a natureza, contamina as águas, aniquila os peixes, abelhas, pássaros e condena a reprodução dos homens. Uma mãe colocou, na máquina de lavar, a roupa do marido agricultor e as fraldas mijadas do filho. O uso das fraldas causou uma dermatite no bebê, pois elas ficaram contaminadas pelo dessecante, tipo glifosato. É estranho, mas as propagandas oficiais dizem que lavando as embalagens três vezes, ela fica limpa. Este herbicida, vendido como ecológico, compromete a fertilidade do solo, na Argentina.

A fonte na qual a Gazeta Mercantil se embasou para os dados foi o Centro de Informações da própria Gazeta Mercantil e a Andef, temos que ter presente que o decréscimo de comercialização nos anos de 1999 e mesmo na estimativa para o ano 2000, pode ser decorrência do acréscimo do mercado das empresas “brasileiras de agrotóxicos”, que têm importado (legal e ilegalmente) matéria-prima de outros países e colocado no mercado produtos com menor custo. Ex.: a própria Milênia que não mais é brasileira, mas continua associada à Aenda e tem se valido deste expediente de importar matéria-prima da China, Israel e outros países.

Pai agricultor com filho na América Central – comentário: esta foto é da Revista da Organização Pan-americana da Saúde, que pertence à Organização Mundial da Saúde, em seu número de dezembro de 2000, mostra o absurdo que é um pai expondo seu filho aos venenos. Se esse pai soubesse dos riscos, permitiria que seu filho ficasse junto a ele, quando está trabalhando com venenos de guerra? A culpa é dele? Não! Ele é vítima. O que preocupa não é saúde, são trinta bilhões de dólares de lucro.


DEFENSIVOS AGRÍCOLAS:
EMPRESAS E GOVERNOS SÃO CÚMPLICES

O uso que era grande nos países da América Latina na década de 70, agora é grande na África. As empresas estão imigrando para lá, pois lá não há controle. O número de intoxicados, hoje, na África, é igual ao que era no Paraná, na década de setenta. A história se repete. O uso de agrotóxicos, que era pequeno, na Europa, na década de setenta, diminuiu ainda mais. Desde a Guerra do Golfo, o agricultor, para comprar um defensivo agrícola, precisa de um treinamento de 120 horas, com provas para obter uma habilitação no uso de defensivos agrícolas, porque, aqui, no Paraná, Brasil e América Latina, Ásia e África, são os agrotóxicos que são os sujeitos e o agricultor e sua família são meros objetos, quanto mais se intoxicar e morrer, mais eles dão lucros.

Desde 1990, os inseticidas fosforados são causadores de efeito sobre o cérebro das crianças, impedindo o aprendizado. Em adultos, são responsáveis por depressão, por isso foram severamente restritos na Europa e EUA e o Lorsban, Tamaron o outros fosforados foram banidos. Estudos científicos, feitos no RS e Paraná, confirmam que os fumicultores que são obrigados pelas empresas a usar fosforados têm seus filhos tratados com medicamentos faixa preta e que os mesmos têm baixos rendimentos na Escola. Há suspeita de que os elevados índices de suicídios entre fumicultores tenha sua razão no alto uso de inseticidas fosforados.

Nos países ricos, há medo e cuidado, pois se conhece o perigo dos venenos. Eles criaram tolerâncias, carências, doses diárias aceitáveis, mas sabiam que nada disso funcionava nos países pobres, onde sequer se estuda os riscos dos venenos nas universidades e escolas agrícolas, e a maioria dos professores são propagandistas fanáticos dos venenos e culpam o agricultor por ser incompetente e ignorante. Na Europa, desde 1990, depois dos resultados de intoxicação de soldados ingleses, franceses, italianos, na guerra do Golfo com defensivos agrícolas, eles não querem mais restos e resíduos de venenos nos alimentos e exigem uma agricultura sem venenos.

A globalização da economia piorou nossa situação, pois todas as fábricas européias foram levadas para os países pobres e lá, sem qualquer controle, em nome de um lucro maior estão fabricando venenos de péssima qualidade e os enviando para todo o mundo. o governo brasileiro, em nome de baratear o custo da agricultura, quer liberar os defensivos agrícolas “similares” como se fossem genéricos, mas estes produtos, originários da China, Indonésia, Cingapura etc., possuem alta contaminação por impurezas, e ninguém sabe os riscos que eles respondem.


AGROTÓXICOS E TRANGÊNICOS SIGNIFICAM FOME, TERROR E MISÉRIA

Em 1990, no Brasil, o governo Collor, através da corrupção, mudou a classificação dos defensivos agrícolas e os venenos faixa vermelha e amarela aumentaram a concentração de princípio ativo, mas passaram para faixa azul e verde. O dissulfoton duplicou sua concentração e ficou como classe III (faixa azul), foi um escândalo. Houve muitas vítimas.

EMBALAGEM DE GLIFOSATO – A contaminação da água é a maior ameaça que existe em nossos dias. A contaminação dos mananciais de agricultores é o problema mais sério, mas ninguém se preocupa com a contaminação dos lençóis freáticos e fontes com os dessecantes tipo glifosato, poderosos e persistentes herbicidas que contaminam a água. Ninguém das autoridades de saúde e meio ambiente está interessada que 38% de todas as intoxicações de agricultores da Califórnia nos Estados Unidos é provocada por apenas um herbicida (Glifosato).

OSAMA BIN LADEN E OLIVER NORTH – Nos EUA, recentemente, os terroristas queriam usar aviões agrícolas carregados com defensivos para atentados, da mesma forma como foram utilizados no Vietnã, Nicarágua, Colômbia, Iraque, Irã e Chechênia. As autoridades começaram a controlar severamente as empresas e os usuários. Logo, aqui, entre nós, vão aumentar as vendas, para garantir o lucro fácil das empresas.

Na verdade, o agricultor, que alimenta a nação e o mundo, está cada vez mais pobre, doente, miserável, expulso da terra e condenado à extinção, porém os bancos estão cada vez mais ricos. Até quando?

As empresas dizem que agora não são mais os defensivos agrícolas que vão acabar com a fome e a miséria, dizem que é a biotecnologia. A propaganda, na mesma revista, vinte anos depois, afirma isso e todos passam a querer os transgênicos, como o negócio do futuro. As empresas criam os transgênicos que usa mais agrotóxicos.

Nas faculdade não é permitido ensinar os riscos sobre os agrotóxicos.